Arquivos Mensais: outubro \29\UTC 2013

Marcas da Igreja – Disciplina

Foto.SolanoprelO exercício da disciplina na igreja é algo tão importante que o reformador João Calvino a considerou, ao lado da proclamação da Palavra e da administração dos sacramentos, uma das marcas que distinguem a igreja verdadeira da falsa. Ou seja, na igreja falsa não somente está ausente a pregação das inspiradas Escrituras e os sacramentos são antibíblicos, ou incorretamente administrados, mas ela é negligente, também, na preservação de sua pureza moral e doutrinária.

A igreja, às vezes, não segue os passos e objetivos de disciplina eclesiástica delineados na Palavra de Deus. Quando negligencia essa área, passa a abrir mão da identidade peculiar dos seus membros, perante o mundo. O resultado é que a autoridade na pregação e o testemunho do Evangelho ficam prejudicados.

Leia na íntegra em: http://www.solanoportela.net/artigos/disciplina_igreja.htm

Colossenses e a Perfeição em Cristo

colossenses COCEBEOntem a exposição da carta de Paulo aos irmãos da Igreja de Colosso foi muito edificante e proveitosa para nossa igreja. Dando continuidade a 1º mensagem pelo Pb. Francisco Mariano, o Pb. Alexandre Ramos, pastor da COCEBE, expôs esta carta tão atual e relevante para nós hoje.

O Capítulo 1 e 2 foi examinado ponto a ponto e neles vimos a aplicação prática para nossos dias desta mensagem tão atual pois nela Paulo aponta erros e conceitos que permeiam nossa atual teologia frouxa e relaxada. Paulo combate o Gnosticismo, o Misticismo e o Legalismo. Tendo plena certeza de que estes erros são comuns nos arraiais do SENHOR nos dias atuais, recebemos uma mensagem extremamente necessária.

O Gnosticismo advogava a favor de uma revelação maior, melhor e definitiva, acima da mensagem de Jesus Cristo e do ensino transmitido pelos apóstolos. A revelação até então dada a Igreja acerca do Evangelho era incompleta segundo os gnósticos, e era necessário para a edificação e crescimento em santidade e salvação, uma revelação extra. Deus daria a cada um uma revelação definitiva que conduziria o indivíduo a níveis mais altos em direção à perfeição diante de Deus.

O Misticismo era outra doutrina comum na comunidade de Colosso. Outros rituais estavam sendo praticados e ensinados mas que não eram aquelas cerimônias instituídas por Cristo que são o Batismo e a Ceia. Esses rituais impeliam os praticantes ao ritualismo e misticismo como formas de elevação espiritual. Por isso Paulo cita o batismo e a morte com Cristo nessas águas. Esse ritual era definitivo para o crente não necessitando de nenhum outro pois nele pela fé o crente foi sepultado pelo batismo e ressuscitado pela fé JUNTAMENTE com Ele.

O Legalismo é claramente outro ensino combatido por Paulo nesta carta. Através de observância de certos mandamentos, cumprimento de certos rituais e a imposição a si mesmos de certas práticas, os mestres legalistas ensinavam que se alcançaria a perfeição e crescimento diante de Deus bem como o Seu favor de maneira mais plena. Através de práticas e observâncias diversas Deus agiria em favor dos praticantes de certas invenções humanas.

É possível observar certas práticas em diversos segmentos da igreja hoje que inevitavelmente se encaixam nessas práticas denominadas Gnosticismo, Legalismo e Misticismo. Algumas comunidades ditas cristãs praticam todos estes erros. Muitos líderes assumem o papel de cabeças da Igreja e sem embaraço algum declaram possuir acesso ao Pai para receber Dele as revelações de que a Igreja precisa. Isto não está patente a todo aquele que crê mas apenas a pastores, profetas e apóstolos contemporâneos. Isto nada mais é do que gnosticismo e negação do sacerdócio universal. Assim também observamos que o legalismo é outra prática muito comum em nossas comunidades pois há um senso comum de que se cumprirmos mandamentos e obedecermos a Deus, obteremos por isso o Seu favor e seremos mais amados por Ele.

De modo vulgar e escancarado como exemplo de legalismo em nossas igrejas podemos falar acerca do ensinamento sobre dízimos e ofertas. Há o ensino de que devolver o dízimo e a oferta garante a multiplicação. Damos a Deus para podermos receber, esta é a raiz do legalismo. Mesmo a obediência a mandamentos claros e comuns da Escritura devem ser cumpridos por causa já do amor de Deus mostrado a nós. Não obedecemos para sermos salvos, mas obedecemos por causa da salvação já garantida pela obra de Jesus. Aliás somente o salvo pode obedecer de modo a agradar a Deus pois é Cristo e Seu Espírito que impelem o salvo a obedecer, o contrário é impossível isto é, obedecer para receber a salvação e o Espírito.

Revelações especiais, atos proféticos e rituais de batalha espiritual…, estas práticas são condenadas pela escritura. Paulo as combate de modo veemente e incisivo não deixando margem para que caiamos nessas práticas.

A apresentação de Jesus à Igreja de Colosso deve ser feita novamente à nossa Igreja a cada dia. Quem é Jesus? Quem é o SENHOR? Isso deve ser respondido a cada culto, a cada reunião.

Jesus, aquele cujo nome é invocado sobre nós em nosso batismo e durante nossa jornada, é ninguém menos do que aquele que “é imagem do Deus invisível” (Cl 1.15), por isso, estando Nele não necessitamos de nada mais do que Dele a cada dia. Em Jesus Cristo nosso senhor, Deus o Pai deixou de ser invisível pois Ele é a Imagem Do Invisível! Além de Cristo não precisamos de mais nada.

Paulo anunciava a Cristo para poder apresentar a Deus “todo o homem perfeito em Jesus Cristo” (Cl 1.28). A mensagem que recebemos ontem na COCEBE foi esta: Voltemos do Gnosticismo gospel, do Misticismo e do Legalismo gospel para Cristo Jesus. Não precisamos de nada além da mensagem de Jesus e dos apóstolos pois estamos “… perfeitos nEle, que é a cabeça de todo o principado e potestade” (Cl 2.10)

Por: Pb. Alexandre Ramos – Pr. da COCEBE

A Morte de Uma Igreja

Extraído de: http://aigrejaaogostodofregues.blogspot.com.br/2011/11/morte-de-uma-igreja.html

 

Escrito por Hernandes Dias Lopes

As sete igrejas da Ásia Menor, conhecidas como as igrejas do Apocalipse, estão mortas. Restam apenas ruínas de um passado glorioso que se foi. As glórias daquele tempo distante estão cobertas de poeira e sepultadas debaixo de pesadas pedras.
Hoje, nessa mesma região, há menos de 1% de cristãos. Diante disso, uma pergunta lateja em nossa mente: o que faz uma igreja morrer? Quais são os sintomas da morte que ameaçam as igrejas ainda hoje?
Em primeiro lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela se aparta da verdade. Algumas igrejas da Ásia Menor foram ameaçadas pelos falsos mestres e suas heresias. Foi o caso da igreja de Pérgamo e Tiatira, que deram guarida à perniciosa doutrina de Balaão e se corromperam tanto na teologia quanto na ética.
Uma igreja não tem antídoto para resistir à apostasia e à morte quando a verdade é abandonada. Temos visto esses sinais de morte em muitas igrejas na Europa, América do Norte e também no Brasil. Algumas denominações históricas capitularam-se tanto ao liberalismo quanto ao misticismo e abandonaram a sã doutrina.
O resultado inevitável foi o esvaziamento dessas igrejas por um lado ou o seu crescimento numérico por outro, mas um crescimento sem compromisso com a verdade e com a santidade.
Em segundo lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela se mistura com o mundo. A igreja de Pérgamo estava dividida entre sua fidelidade a Cristo e seu apego ao mundo. A igreja de Tiatira estava tolerando a imoralidade sexual entre seus membros.
Na igreja de Sardes não havia heresia nem perseguição, mas a maioria dos crentes estava com suas vestiduras contaminadas pelo pecado. Uma igreja que flerta com o mundo para amá-lo e conformar-se com ele não permanece. Seu candeeiro é apagado e removido.
Em terceiro lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela não discerne sua decadência espiritual. A igreja de Sardes olhava-se no espelho e dava nota máxima para si mesma, dizendo ser uma igreja viva, enquanto aos olhos de Cristo já estava morta.
A igreja de Laodicéia considerava-se rica e abastada, quando, na verdade, era pobre e miserável. O pior doente é aquele que não tem consciência de sua enfermidade. Uma igreja nunca está tão à beira da morte como quando se vangloria diante de Deus pelas suas pretensas virtudes.
Em quarto lugar, a morte de uma igreja acontece quando ela não associa a doutrina com a vida. A igreja de Éfeso foi elogiada por Jesus pelo seu zelo doutrinário, mas foi repreendida por ter abandonado seu primeiro amor.
Tinha doutrina, mas não vida; ortodoxia, mas não ortodopraxia; teologia boa, mas não vida piedosa. Jesus ordenou a igreja a lembrar-se de onde tinha caído, a arrepender-se e a voltar à prática das primeiras obras. Se a doutrina é a base da vida, a vida precisa ser a expressão da doutrina.
As duas coisas não podem viver separadas. Uma igreja viva tem doutrina e vida, ortodoxia e piedade.
Em quinto lugar, a morte de uma igreja acontece quando lhe falta perseverança no caminho da santidade.
As igrejas de Esmirna e Filadélfia foram elogiadas pelo Senhor e não receberam nenhuma censura. Mas, num dado momento, nas dobras do futuro, essas igrejas também se afastaram da verdade e perderam sua relevância.
Não basta começar bem, é preciso terminar bem. Falhamos, muitas vezes, em passar o bastão da verdade para a próxima geração.
Um recente estudo revela que a terceira geração de uma igreja já não tem mais o mesmo fervor da primeira. É preciso não apenas começar a carreira, mas terminar a carreira e guardar a fé! É tempo de pensarmos: como será nossa igreja nas próximas gerações? Que tipo de igreja deixaremos para nossos filhos e netos? Uma igreja viva ou igreja morta?
Rev. Hernandes Dias Lopes é bacharel em Teologia pelo Seminário do Sul, Campinas/SP, e doutor em Ministério pelo Reformed Theological Seminary de Jackson, no Missisipi, nos Estados Unidos. Pastor da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória desde 1985. É conferencista e escritor, com mais de 70 livros publicados.
Hernandes Dias Lopes

Hernandes Dias Lopes

Pastor, líder da Primeira Igreja Presbiteriana de Vitória; doutor em Ministério; Presidente da Comissão Nacional de Evangelização da Igreja Presbiteriana do Brasil; conferencista e escritor.

 Fonte: Comunhão

Pregação Neste Domingo – Jefferson Marques Preletor

2013-10-13 20.42.06Hoje receberemos nosso irmão, o jovem Jefferson Marques da Igreja O Brasil Para Cristo do Jardim Gardênia.

Ele que já esteve conosco em outras oportunidades quando estávamos em nosso salão antigo, hoje visitará nossa comunidade, trará a Palavra e cuidará em articular os detalhes acerca do evento do dia 09/11/13.

A palavra pregada´por nosso irmão Jefferson foi clara e necessária para nossa Igreja. Baseada em Lucas 2. 25 a 32 nosso irmão falou dos resultados de uma fé genuína na vida do crente e tudo o que ela gerará em sua vida.

Agradecemos mais uma vez por sua presença entre nós irmão! Deus continue abençoando seu ministério.

 

Exposição das Escrituras

colossenses COCEBEOntem na COCEBE (09/10/2013) concluímos a exposição da carta aos Hebreus. Semana que vem iniciamos a leitura da carta do Apóstolo Paulo aos Colossenses. Apresentada pelo Pb. Francisco Mariano e com o auxílio do livro do Pastor Augustus Nicodemus Lopes, veremos a suficiência de Jesus Cristo em todas as áreas da vida daquele que O encontrou e creu em seu nome. Participe conosco deste aprendizado.

Carimbo COCEBE

Exposição da Carta aos Hebreus

Hebreus COCEBE

Carimbo COCEBE